A liberdade de dizer não (& fazer escolhas)
Quem me segue no Instagram viu que postei hoje por lá sobre um curso que estou fazendo há três semanas que, desde já, começa a revolucionar minha vida – mais pra frente vou contar e recomendar pra todos aqui, com absoluta certeza. Basicamente falando, ele é ministrado por duas profissionais de coaching (também voltarei a falar sobre esse tema tão útil no desenvolvimento pessoal e profissional em breve) e trata de temas que afligem a todos nós: tempo, equilíbrio e qualidade. Segue a linha de alguns posts do It que depois que escrevo penso “mas isso não é óbvio? não serei xingada por sugerir coisas tão básicas?”, mas que, no fundo, todos precisamos ouvir de fora, com exemplos, com embasamento, com seriedade.
Um dos focos da aula de hoje foi o NÃO, essa palavrinha tão dura, tão difícil, tão delicada e que, por tantas e tantas vezes, nos coloca em maus lençóis e mal- entendidos. Mas o que ela tem de polêmica ela tem de necessária. E juntanto a teoria da aula com meu próprio exemplo, posso afirmar que não dizemos tantos nãos especialmente por culpa de nós mesmos: medo de desagradar, vontade de evitar o conflito e, principalmente, uma necessidade (muitas vezes subliminar) de agradar aos outros e ao que os outros esperam da gente. É a vontade de dar orgulho pro pai, pra mãe, pro marido – como se no fundo eles não quisessem mesmo a nossa genuína felicidade, quer orgulho maior?! É meio como que o “parecer feliz” se tornasse mais importante do que o “ser feliz de fato” – já escrevi sobre isso muitos anos atrás, em meu e-book (capítulo 4).
Tudo isso é só pra propor um exercício a cada um que acompanha meus textos: pare, pense, avalie. Veja o que está fazendo, o que está escolhendo e se, por ventura, precisa sacrificar algum valor pra isso. Tema menos o não. Se bem falado e executado (e isso Ana Raia e Ale Sanchez ensinam no curso You in Action, que eu vou recomendar em breve!), ele pode ser libertador não apenas para quem fala, mas também para quem ouve. Ser feliz é a única obrigação, o resto é bônus!





























