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Personal branding: Lauren Conrad

por Alessandra Garattoni em 16 de maio de 2012
seção: i ♥ branding!

Um desejo forte é ressuscitar e manter sempre ativa essa seção do It, que fala sobre branding, esse tema que tanto me encanta… Pra quem chegou aqui recentemente e/ou não sabe exatamente o que significa esse termo, relembro que a melhor definição está nesse post inaugural da tag: resumidamente, branding é basicamente contar uma história.

Super em alta, esta é uma área bacana para se trabalhar – no meio de moda, mais e mais consultorias de branding surgem a cada dia –, com espaço em grandes empresas e importantes marcas. Mas, antes de qualquer coisa, é um assunto a ser levado para o pessoal. Sim, é também uma atitude positiva para se ter em relação a si próprio – no sentido de criar e manter a própria marca, ou, falando no jargão, cuidando do seu personal branding.

Definição de branding

Ainda duvida que faz diferença ou pensa que é coisa apenas para pessoas jurídicas? Pois bem, pense naquelas pessoas que “dão certo” profissionalmente. Aquelas em que tudo parece tão ao acaso, quase obra de sorte, mas que, ao avaliar mais profunda e atentamente, a gente percebe que nada é em vão, nada é ocasional, nada acontece sem um verdadeiro business plan por trás. A americana Lauren Conrad uma das jovens mais bem-sucedidas nessa área.

Lauren Conrad Barnes&Noble

Depois de, durante seis anos, abrir sua vida para as câmeras da MTV em uma espécie de reality showque pouco tinha de real! –, soube a hora de sair. Fez tudo no tempo certo, planejou e não tomou nenhuma atitude sem pensar em cada passo. Não se contentou em ser a “Lauren de The Hills”, foi buscar ser a Lauren CONRAD. Porque, afinal de contas, se você é apenas o fulano da empresa X, pode ter problemas se um dia o destino te tirar da empresa X – já seu sobrenome será sempre seu, sem chances de mudanças circunstanciais. O case de Lauren é tão real que durante um tempo ela colaborou com o blog da prestigiada revista Forbes, mostrando seu lado businessgirl: e a Forbes certamente não cederia espaço se não houvesse uma real história de negócios de gente grande por trás, certo?!

Hoje, antes mesmo de chegar aos 30 anos, a moça tem cinco livros publicados, uma marca de roupas com sua assinatura e outra em parceria com uma grande rede no currículo, além de dois sites – um deles, uma espécie de blog de beleza, a levou ao seu sexto título editorial, com lançamento previsto para outubro (sim, o novo livro será só sobre seu universo de beauté!).

É muita coisa pra ser apenas uma conquista casual ou obra da sorte, não acham?! Ler sobre os exemplos de Lauren mostra que não há nenhum acaso envolvido. Eis cinco lições de personal branding que ela nos ensina (repare como tudo tem uma historinha, uma ligação com outros fatos, um personagem criado e mantido, uma vibração de negócios por trás)…

Lauren Conrad Fame Game

OUVIR O SEU PÚBLICO
Lauren relatou que a chance de estar, ao vivo, durante seus booktours, em contato direto com seus leitores a ajudou em várias decisões e, especialmente, na criação de novas oportunidades. Há sempre um alerta poderoso por trás de um pedido ou de uma curiosidade alheia. Mas acrescento um bônus importante: é importante filtrar o que levar em consideração de acordo com as SUAS próprias convicções – quando eu tive a linha ItGirls de colares, escutei de uma experiente profissional que ouvir cada mini detalhe faria com que eu jamais finalizasse o protótipo (e ficasse louca!). Um pede o produto maior, outro quer menor, enfim, é importante entender que nunca se agradará 100% a todos!

SER COERENTE COM SEUS OBJETIVOS
Dizer não é necessário, muitas vezes. Lauren conta que sempre foi MUITO seletiva com todas as suas parcerias e envolvimentos profissionais. Associar sua marca pessoal a um negócio que não tem nada a ver com você faz com que se perca credibilidade e valor (essa parte serve também para quem não é autônomo como ela, mas precisa saber exatamente que trabalhos quer desenvolver em sua carreira, que empregos busca ter…).

Lauren Conrad TBD

MEDIR CADA PASSO
Desde a já mencionada escolha das parcerias certas (a confiança mútua é base para ela, seja na editora de seus livros ou na marca de moda na qual assinou uma linha) até suas ações nas mídias sociais – nas quais ela é super ativa, por sinal –, tudo é pensado e avaliado. Muito cuidado com instintos, impulsos, reações.
obs. complemento esse tópico com esse ótimo texto publicado recentemente por Bruno Astuto que eu já havia compartilhado na minha página do Facebook.

PERMITIR QUE SEU LADO HUMANO NORTEIE ALGUMAS DECISÕES
Praticar ensinamentos de personal branding não tem como objetivo final transformar a pessoa em algo impessoal como seria uma empresa – ao contrário, o branding busca transformar as empresas em algo mais pessoal! Por isso, ser humano é sempre bem-vindo, seja (ou esteja) você pessoa física ou jurídica. Na revista Glamour americana de maio, Lauren, atualmente com mais de 2.600.000 seguidores no Twitter (não, não errei nos zeros!), declarou que simplesmente não lê as menções a seu nome nessa rede. E não é a primeira pessoa pública que vejo fazendo esse tipo de declaração – é aquela velha história que citei aqui, você NUNCA vai agradar a todos, então pulemos a parte da chateação, da decepção e do mimimi!

Lauren Conrad Glamour

CUIDAR MUUUUUITO DA SUA IMAGEM
Atitude, aparência, o que veste, como se produz, como se apresenta, tudo é parte do pacote (até o casual “ui, saí sem me produzir hoje”, não tenham dúvidas). Há de se pagar um preço (alto!) pela visibilidade que, no caso, a ajuda nas demais questões.

Lauren Conrad frase

Para conferir os cinco livros já publicados por Lauren Conrad, clique aqui!

p.s. em breve, vou contar mais casos bem-sucedidos de personal branding (sejam eles 100% pensados, como o da Lauren, ou mais instintivos, o que também funciona) e também de branding de marcas e empresas que têm lições a nos ensinar no pessoal e no profissional!

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por Alessandra Garattoni em 7 de abril de 2012
seção: i ♥ branding!

O “VOCÊ” em caixa alta do título não foi erro de digitação nem obra do acaso. Esse exercício só faz algum sentido se você sentar com você mesmo e escolher as pessoas que você admira por algum(ns) motivo(s), não as pessoas que são unanimidade ou que parecem seguir a fórmula perfeita – leia-se “não necessariamente as que ganham mais dinheiro, as que são mais famosas ou as que têm mais sucesso”. Às vezes a gente admira quem não segue o fluxo e não há pecado nenhum nisso – nunca deixe que alguém coloque esse conceito na sua cabeça.

Mas voltando ao exercício… escolha três pessoas com as quais você se identifica (ou gostaria de se identificar mais). Vale a pessoa que te inspira no estilo, no comportamento nas mídias sociais, na carreira construída. Claro que de perto ninguém é normal, mas, nesse caso, tudo bem fazer a escolha baseada no que você conhece, no que está exposto publicamente. O x da questão é que, de um modo bem geral, uns mais, outros menos, mas todos são coerentes: tweets, roupas e projetos estão mais em sintonia do que olhos leigos podem enxergar.

Lauren, Lauren e ChiaraLauren Conrad e Lauren Santo Domingo (empresárias) e Chiara Ferragni (blogueira)

Uma vez escolhido seu trio, chega a vez das perguntas fatais:

1) O que você está aprendendo com elas? Por que elas te inspiram?
2) O que, destas pessoas, realmente está aplicando na sua vida?
3) O que acha que, com olhos mais atentos, pode passar a usar no seu dia a dia?

… e a 4ª pergunta, que é também a mais crucial: você está disposto a lidar com todos os prós e contras que envolvem seguir aquele que admira?

Chiara Ferragni, a blogueira italiana que é a RAINHA do personal branding (preciso retomar essa seção sobre branding aqui no It, é um tema que me encanta tanto!), faz sucesso porque mede, sim, cada passo que dá. E mais: abriu mão de sua privacidade e deixou há tempos de separar vidas pessoal e profissional. E nem entrarei no mérito dela ser, ao mesmo tempo, a mas amada e mais odiada, como acontece com quem está muito em evidência. Agradar a todos é a única certeza do que JAMAIS uma pessoa vai conseguir fazer, você sabe, né?! Se o modo dela agir é defeito ou qualidade, só você poderá responder: vai depender dos seus valores, dos seus desejos e das suas prioridades.

Chiara & paparazzi

Já a ex-voguette Lauren Santo Domingo largou o emprego que “a million girls would kill for” para seguir seus desejos empreendedores. Hoje tem seu próprio business, o que deve a fazer feliz, mas significou a troca do certo pelo duvidoso em algum ponto – com ou sem empurrãozinho do que ela já havia construído, ele continuava sendo um ponto cego em comparação com o que já era feito até no piloto automático. O mesmo aconteceu com Lauren Conrad – aqui uma matéria tem-que-ler sobre a moça –, que resolveu fazer tudo ao mesmo tempo agora: escreve livros, viaja para booktours, tem marca de roupa, tem dois sites etc etc etc.

Site Lauren Conrad

Todo esse exercício é pra mostrar que não há certos ou errados: há apenas aquilo que atende nossos valores e nos faz feliz. Descobrir o que seria é a parte mais difícil, por isso observar exemplos alheios com atenção pode nos ajudar. E não esqueça do momento raio X do exercício, a parte mais importante: vasculhe entrevistas (obrigada, Dr. Google!), veja fotos, fique atento às produções, conheça tudo sobre a trajetória e ATÉ observe como a pessoa se comporta em mídias sociais. Tudo está ligado! O máximo que vai acontecer é você ter que, no meio do exercício, decidir mudar um dos três eleitos…

imagens: The Blonde Salad, Vogue americana e site Lauren Conrad

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por Alessandra Garattoni em 1 de dezembro de 2011
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Cada vez mais as marcas de moda descobrem e se apoiam no branding para garantir o sucesso dos seus negócios – e isso, como você leu aqui, vem desde a época de Coco Chanel! Pois bem, aqui em São Paulo, um trio de meninas lindas, jovens e cheias de boas experiências se uniu para oferecer, em grande estilo, o serviço para empresas que enxergam a importância disso. Foi assim que, no começo desse ano, nasceu a HiBrand: Lelê Saddi, Marcela Cimino e Beta Whately abriram o escritório para o It e contaram um pouquinho sobre o trabalho de branding (que, por sinal está super em alta e é uma boa oportunidade para quem gosta de marketing e de moda!)…

meninas hi brandRoberta, Marcela e Lelê: o trio da HiBrand

BRANDING PELA HI-BRAND…
“É criar uma marca não só dentro do mercado mas também dentro das mentes das pessoas. E o que poucas pessoas sabem é que branding não é só a marca posicionada corretamente. O branding deve ser iniciado dentro da empresa. Todos os colaboradores devem respirar e compreender a marca exatamente como ela é.”

OS TRÊS PILARES DO BRANDING
“Atuamos em três frentes: gestão de marcas (com estratégias e ações de marketing e comunicação para marcas já existentes no mercado), reposicionamento (análise e diagnóstico de todos os componentes da marca para apresentar soluções que atinjam os objetivos) e criação de marcas (com posicionamento no mercado, construção e gestão de imagem)”

AMOR À ARTE
“Tem uma frase que condiz totalmente com o nosso trabalho: ‘Ultimately, brands are built by people who passionately believe in their brands’. Conhecemos muito bem o público alvo das marcas com as quais trabalhamos e prezamos o atendimento exclusivo. É importante atender e acompanhar cada cliente como se fossem extensões de nossas casas.”

escritório HiBrand

PORTFÓLIO ESTRELADO
Apesar do pouco tempo de mercado, o trio já emplacou vários trabalhos importantes: “Há seis meses desenvolvemos várias ações de posicionamento para Carina Duek. Também posicionamos a Grey Goose em vários eventos de moda e fizemos o lançamento dos três perfumes da marca Polo de Deauville: a marca vem com tudo para o Brasil no ano que vem! E não podemos esquecer do projeto que desenvolvemos para a Harper’s Bazaar, com a seleção de blogueiras para escreverem uma coluna semanal no site da publicação”.  E vem mais por aí: “O e-commerce Gallerist, que entra no ar no fim do ano, é outro projeto diferenciado, com uma curadoria incrível, que tivemos o privilégio de participar desde o início”.

NO CV…
Para quem lê a seção Procura-se o emprego dos sonhos aqui no It e pretende contruir uma carreira como a das meninas, uma dica extra: resultados pedem background sólido, experiências variadas e muita dedicação. Um mini-resumo do currículo das três mostra que nada acontece do dia pra noite…

Marcela Cimino: formada em Publicidade e Marketing pela ESPM, fez cursos de especialização na NYU e no FIT-NY. Estagiou na Claro, passou pela área comercial de Carlos Miele, pelo marketing da Le Lis Blanc e da Schutz (em NY!) e pelo visual merchandising da Daslu.

Roberta Whately: formada em Relações Públicas pela FAAP, estagiou na assessoria de casamentos Vera Simão e, logo depois, entrou na sociedade da Consultoria Pessoas, de Kanduxa Zarvos, especializada em RH. É também sócia minoritária da Hera, empresa de qualidade de vida corporativa, e fundou a RGM Entretenimento, consultoria de entretenimento focada no segmento sertanejo. Todas as empresas continuam abertas e com Roberta como sócia.

Lelê Saddi: formada em Administração na ESPM, estagiou no Glamurama, desenvolveu o projeto de modificação do site da Daslu anos atrás e coordenou também o marketing da loja por seis meses. Além, claro, de manter, há quatro anos o delicioso blog da Lelê Saddi!

Marcela Roberta Lele

Quer saber mais sobre branding?! Clica no primeiro post sobre o tema aqui do It para saber qual o melhor livro para quem dá seus primeros passos no assunto… recomendo!

FOTOS: RODRIGO ZORZI

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por Alessandra Garattoni em 16 de novembro de 2011
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Como você leu aqui nesta introdução à seção, branding é simplesmente contar uma história. É essa história que vai nos despertar o desejo, que vai nos mostrar o sentido, que vai nos fazer consumir. E o mais importante: vai fazer tudo isso sem que, ao menos, a gente perceba a razão por trás do desejo/sentido/consumo! Mas o mais impressionante é que um exemplo bem sucedido de branding (provavelmente um dos mais!) surgiu muito, mas muito tempo antes dessa avalanche de livros sobre o tema, dessa vontade coletiva de entrar na área, dessa, por que não dizer, modinha da vez. Atende pelo nome de Gabrielle “Coco” Chanel a pioneira do branding da moda! O que ela nos ensinou sobre lançamentos de produtos…

a história do chanel nº 5

TER COERÊNCIA DO INÍCIO AO FIM
Ao planejar o lendário Chanel nº 5, ela queria reunir os conceitos de pureza, minimalismo e, ao mesmo tempo, exclusividade e extravagância. Do frasco do perfume aos ingredientes usados, tudo falava esta mesma língua. No branding, nada é por acaso, tudo é parte da tal história que se conta. Ao saber que a quantidade de jasmim da fórmula que ela pretendia usar (já) deixaria o produto caríssimo, Chanel teria respondido: “Coloque mais!”.

BUSCAR A PRECISÃO ABSOLUTA
Mesmo ideias (aparentemente) contraditórias podem ter coerência: o importante é trabalhar com precisão. O Chanel nº 5 deveria ser exuberante e sensual, mas também ter o “cheiro de limpeza” que era marca registrada das boas moças na década de 20. Para Coco, a precisão era uma religião – seu conhecido perfeccionismo faz toda diferença quando se trata da coerência a se mostrar na história. A precisão do lançamento do nº 5 foi tamanha que fez até que ele seja apontado como o primeiro lançado por uma marca de moda (o que não é verdade!), sua força apagou a história dos anteriores.

CERCAR-SE DOS MELHORES
Chanel tinha a ideia, tinha o conceito. Mas não tinha a formação e a maestria para criar uma fragrância. O que fez? Buscou o melhor perfumista que encontrou!

FAZER “O” LANÇAMENTO
Não necessariamente o maior ou o mais barulhento, mas, certamente, o mais focado. Com a mira certa. Apresentar o produto/marca no lugar certo para as pessoas certas. Tal e qual vemos muito hoje em dia, Chanel reuniu seus amigos mais glamourosos, aqueles que definiam tendências (o equivalente ao que chamam hoje de “formadores de opinião”!!), em um restaurante exclusivo em Cannes para apresentar o nº 5. As mulheres mais elegantes do mundo estavam em volta. As amostras borrifadas no ar chamavam a atenção de todos que passavam pela mesa. Estava feita a história inicial do produto!

Lançamento Coco Cocoon NY

CRIAR ALVOROÇO PRÉ-VENDA
Na sequência do tal lançamento em Cannes, cem vidros foram produzidos e distribuídos para as clientes mais fiéis como mimos de fim de ano (essa história também não parece familiar quando pensamos nos dias atuais?!). Chanel dizia ser “apenas uma lembrancinha”, como se nada daquilo fosse importante e/ou pensado. Mas a verdade é que ela já queria despertar as sensações de inveja/desejo/luxo para poucos e criar um alvoroço pré-venda. Quando o produto finalmente foi para as prateleiras, vendeu sem nenhuma propaganda (branding bem feito, afinal, dispensa propaganda). 

CONTROLAR CADA DETALHE
De 1921 a 1924, os perfumes eram vendidos apenas nas suas lojas. O controle dos pontos de venda era apenas um dos detalhes: ela acompanhava tudo de perto!

crédito: livro O Segredo do Chanel nº 5

CONVIVER SAUDAVELMENTE COM CONCORRENTES
Com o sucesso do nº5, claro, outros tantos concorrentes vieram com ideias semelhantes – perfumes de marcas, fragrâncias numeradas etc. A verdade? Tudo isso fazia apenas com que o original fosse ainda mais desejado. Se o branding é bem feito, a concorrência tem apenas efeito positivo.

VALORIZAR O SÍMBOLO OFICIAL DA MARCA/PRODUTO
Desde o momento zero de sua marca, Chanel elegeu a camélia como uma espécie de símbolo pessoal – e também símbolo da marca.

CRIAR UMA ATMOSFERA EM VOLTA DA MARCA/PRODUTO
É importante dar um rosto ao produto/marca. Chanel pulverizava seu perfume nos provadores de sua loja e o enaltecia como seu aroma pessoal. Eis aí uma parte do sucesso!

FONTE:
A pesquisa deste post é baseada no livro O Segredo do Chanel nº 5, à venda na Livraria Cultura. Indico!

Livro O Segredo do Chanel nº 5


p.s. para ler também o que Chanel nos ensinou sobre moda, estilo e comportamento, consulte o capítulo 1 do livro ItGirls (em breve, a 3ª edição estará à venda nas melhores livrarias)!

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